Membro

Juliana Carvalho Ferreira

Nome em citações bibliográficas: Ferreira JC;Ferreira, J. C.;Ferreira, Juliana C;FERREIRA, JULIANA CARVALHO;ferreira, JC;Mechanical Ventilation Committee of the Brazilian Intensive Care Medicine Association;Commission of Intensive Therapy of the Brazilian Thoracic Society;FERREIRA, JULIANA;CARVALHO FERREIRA, JULIANA

Especialista em medicina intensiva pela AMIB e Professora Livre Docente em Pneumologia.

Juliana Carvalho Ferreira concluiu a graduação em medicina pela Universidade de São Paulo em 1998. Fez doutorado “sanduíche” No Massachusetts General Hospital / Harvard Medical School entre 2005 e 2007 e obteve o título de doutora em pneumologia pela Faculdade De Medicina da USP em 2008.

Atualmente é professora livre docente pelo departamento de cardiopneumologia da Faculdade de Medicina da USP, atua como médica da uti respiratória do InCo/HCFMUSP, é vice-supervisora da residência médica em pneumologia do InCor, médica intensivista da uti do AC Camargo Cancer Center, e pesquisadora do laboratório de investigação médica da pneumologia da faculdade de medicina da USP (LIM 09).

Também é co-diretora do curso de capacitação em metodologia científica da American Thoracic Society (ATS- MECOR) na América Latina. Seus principais focos de ensino e pesquisa são ventilação mecânica, interação paciente-ventilador, educação médica e global health.



Especialista em medicina intensiva pela AMIB e Professora Livre Docente em Pneumologia.

Juliana Carvalho Ferreira concluiu a graduação em medicina pela Universidade de São Paulo em 1998. Fez doutorado “sanduíche” No Massachusetts General Hospital / Harvard Medical School entre 2005 e 2007 e obteve o título de doutora em pneumologia pela Faculdade De Medicina da USP em 2008.

Atualmente é professora livre docente pelo departamento de cardiopneumologia da Faculdade de Medicina da USP, atua como médica da uti respiratória do InCo/HCFMUSP, é vice-supervisora da residência médica em pneumologia do InCor, médica intensivista da uti do AC Camargo Cancer Center, e pesquisadora do laboratório de investigação médica da pneumologia da faculdade de medicina da USP (LIM 09).

Também é co-diretora do curso de capacitação em metodologia científica da American Thoracic Society (ATS- MECOR) na América Latina. Seus principais focos de ensino e pesquisa são ventilação mecânica, interação paciente-ventilador, educação médica e global health.


Juliana Carvalho Ferreira

Currículo Profissional


  • Formação acadêmica/titulação
  • Livre-docência
  • Formação Complementar
  • Atuação Profissional
  • Prêmios e títulos
  • Projetos de pesquisa
  • 2004 – 2008

Doutorado em Medicina (Ciências Médicas) (Conceito CAPES 6).
Universidade de São Paulo, USP, Brasil. Com período sanduíche em Massachusetts General Hospital – Harvard Medical School (Orientador: Robert M Kacmarek).

Título: Avaliação da mecânica do sistema respiratório através da obtenção de curva PV em pacientes com pneumonia intersticial idiopática, Ano de obtenção: 2008.
Orientador: Carlos Roberto Ribeiro de Carvalho.

Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: Idiopathic Interstitial Pneumonia; Idiopatic Pulmonary Fibrosis; Fibrose pulmonar/fisiopatologia; Doenças pulmonares intersticiais; Sistema respiratório; mecanica respiratoria.
Grande área: Ciências da Saúde


  • 2001 – 2003

Especialização – Residência médica.
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Usp, HCFMUSP, Brasil. Residência médica em: Pneumologia
Número do registro: .
Bolsista do(a): Fundap, FUNDAP, Brasil.
Palavras-chave: PNEUMOLOGIA.
Grande área: Ciências da Saúde
Setores de atividade: Cuidado À Saúde das Pessoas.


  • 1999 – 2001

Especialização – Residência médica.
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Usp, HCFMUSP, Brasil. Residência médica em: Clínica Médica.
Bolsista do(a): Fundap, FUNDAP, Brasil.
Palavras-chave: Clínica Médica.
Grande área: Ciências da Saúde
Setores de atividade: Cuidado À Saúde das Pessoas.


  • 1993 – 1998

Graduação em Medicina.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.


  • 1989 – 1991

Ensino Médio (2º grau).
Colégio Stella Maris, CEM, Brasil.


  • 1981 – 1988

Ensino Fundamental (1º grau).
EEPG Brasilio Machado, EEPG, Brasil.

  • 2020
    Livre-docência.
    Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
    Título: Características e desfechos da ventilação mecânica em pacientes com doença intersticial pulmonar, Ano de obtenção: 2020.
    Palavras-chave: mechanical ventilation; respiratory mechanics; artificial respiration; Doenças pulmonares intersticiais.
    Grande área: Ciências da Saúde
    Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Clínica Médica / Especialidade: Terapia Intensiva.
    Setores de atividade: Atividades de atenção à saúde humana.

  • 2017 – 2017

Extensão universitária em Medical Teaching Learning and Innovation (MTLI). (Carga horária: 80h).
Instituto Lemann, LEMANN, Brasil.


  • 2012 – 2012

Principles and Practice of Clinical Research. (Carga horária: 120h).
Harvard Medical School, HMS, Estados Unidos.


  • 2005 – 2007

Doutorado Sanduiche. (Carga horária: 3000h).
Massachusetts General Hospital – Harvard Medical School, MGH, Estados Unidos.


  • 2006 – 2006

Epidemiology and Research methods Level IIIA. (Carga horária: 50h).
Methods In Epidemiologic Clinical Y Operations Research, MECOR, Argentina.


  • 2004 – 2004

Epidemiologic Clinical y Operations Research. (Carga horária: 48h).
Methods In Epidemiologic Clinical Y Operations Research, MECOR, Argentina.


  • 2003 – 2003

Respiratory Epidemology. (Carga horária: 48h).
International Respiratory Epidemiology Courses, IRE, Argentina.


  • 2002 – 2003

Medicina Intensiva. (Carga horária: 120h).
Associação de Medicina Intensiva Brasileira, AMIB, Brasil.

  • Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

2014 – Atual
Vínculo: Professora Colaboradora, Enquadramento Funcional: Professora Colaboradora, Carga horária: 5

Atividades

06/2013 – Atual
Ensino, Programa de Pós Graduação em Ciências, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Metodologia Científica em Pesquisa Experimental e Clínica
metodologia Científica 1
Interpretação de Curvas de Fluxo, Pressão e Volume respiratórios em pacientes anestesiasdos – MAN5735
02/2013 – Atual
Ensino, Medicina, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
MCP0355 Pneumologia


  • Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Usp, HCFMUSP, Brasil.

2008 – Atual
Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: médica pneumologista HC / InCor, Carga horária: 20
Outras informações
médica assitente da UTI Respiratória da Disciplina de Pneumologia HC/ InCor

2003 – 2008
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: medica colaboradora, Carga horária: 20

Atividades

10/2016 – Atual
Ensino, especialização em Fisioterapia Cardiorespiratória, Nível: Especialização

Disciplinas ministradas
Insuficiencia respiratória e SARA
02/2014 – Atual
Ensino, metodologia Científica I, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
MCP 5862
01/2013 – Atual
Conselhos, Comissões e Consultoria, Disciplina de Pneumologia da Faculdade de Medicina da USP, .

Cargo ou função
Vice-supervisora da Comissão de Residência Médica da Disciplina de Pneumologia.
02/2011 – Atual
Ensino, Medicina, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
MCP 281 Pneumologia
03/2004 – Atual
Treinamentos ministrados , Disciplina de Pneumologia da Faculdade de Medicina da USP, .

Treinamentos ministrados
Orientação a residentes
2/2003 – Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Uti Respiratória Pneumologia, Uti Respiratória.

Linhas de pesquisa
Ventilação Mecânica
Fisiologia Pulmonar
Educação médica
06/2013 – 09/2015
Ensino, Pós graduação em Ciências- cardiologia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Metodologia Científica em Pesquisa Experimental e Clínica – MCP 5857


  • Hospital do Câncer, HCANCER, Brasil.

2003 – Atual
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Outro, Carga horária: 20
Outras informações
médica plantonista da UTI

Atividades

5/2003 – Atual
Serviços técnicos especializados , Hospital do Câncer, Uti Adulto.

Serviço realizado
médica plantonista da UTI adulto.


  • Methods in Epidemiology and Clinical Operations Research, MECOR, Estados Unidos.

2018 – Atual
Vínculo: colaboradora, Enquadramento Funcional: Líder do curso Basic, Carga horária: 1

2017 – Atual
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Co-diretora do MECOR América latina, Carga horária: 1
Outras informações
O Programa MECOR é um curso intensivo de uma semana para médicos e profissionais de saúde destinado a fortalecer a capacidade e liderança em epidemiologia, pesquisa clínica relacionadas com as doenças respiratórias, cuidados intensivos e medicina do sono em países de renda média e baixa. O Programa MECOR ATS oferece quatro níveis: * Nível 1: Introdução aos Métodos de Pesquisa Clínica * Nível 2: Métodos Avançados de Pesquisa Clínica * Nível 3: Métodos Avançados de Pesquisa Clínica: Desenvolvimento de Protocolo * Nível 4: Métodos Avançados de Pesquisa Clínica: Análise de Dados e Redação Científica

2016 – Atual
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: professora – líder do nível 3 Indonesia, Carga horária: 1
Outras informações
MECOR INDONESIA 2016 O Programa MECOR é um curso intensivo de uma semana para médicos e profissionais de saúde destinado a fortalecer a capacidade e liderança em epidemiologia, pesquisa clínica relacionadas com as doenças respiratórias, cuidados intensivos e medicina do sono em países de renda média e baixa. O Programa MECOR ATS oferece quatro níveis: * Nível 1: Introdução aos Métodos de Pesquisa Clínica * Nível 2: Métodos Avançados de Pesquisa Clínica * Nível 3: Métodos Avançados de Pesquisa Clínica: Desenvolvimento de Protocolo * Nível 4: Métodos Avançados de Pesquisa Clínica: Análise de Dados e Redação Científica.

2010 – Atual
Vínculo: Professora, Enquadramento Funcional: Professora – Líder do Nivel 3, Carga horária: 1
Outras informações
O Programa MECOR é um curso intensivo de uma semana para médicos e profissionais de saúde destinado a fortalecer a capacidade e liderança em epidemiologia, pesquisa clínica relacionadas com as doenças respiratórias, cuidados intensivos e medicina do sono em países de renda média e baixa. O Programa MECOR ATS oferece quatro níveis: * Nível 1: Introdução aos Métodos de Pesquisa Clínica * Nível 2: Métodos Avançados de Pesquisa Clínica * Nível 3: Métodos Avançados de Pesquisa Clínica: Desenvolvimento de Protocolo * Nível 4: Métodos Avançados de Pesquisa Clínica: Análise de Dados e Redação Científica

2014 – 2014
Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 1
Outras informações
Professora Convidada do MECOR India – nivel 3

2009 – 2010
Vínculo: Professora, Enquadramento Funcional: Teaching assistant ( professor assistente), Carga horária: 1
Outras informações
O Programa MECOR é um curso intensivo de uma semana para médicos e profissionais de saúde destinado a fortalecer a capacidade e liderança em epidemiologia, pesquisa clínica relacionadas com as doenças respiratórias, cuidados intensivos e medicina do sono em países de renda média e baixa. O Programa MECOR ATS oferece quatro níveis: * Nível 1: Introdução aos Métodos de Pesquisa Clínica * Nível 2: Métodos Avançados de Pesquisa Clínica * Nível 3: Métodos Avançados de Pesquisa Clínica: Desenvolvimento de Protocolo * Nível 4: Métodos Avançados de Pesquisa Clínica: Análise de Dados e Redação Científica

Atividades

01/2015 – Atual
Conselhos, Comissões e Consultoria, MECOR Planning Committee,


  • American Thoracic Society, Estados Unidos.

2018 – Atual
Vínculo: Membro de Comissão, Enquadramento Funcional: Membro do International Health Committee, Carga horária: 1

2016 – Atual
Vínculo: membro de comissão, Enquadramento Funcional: Membro do Global haleth Interest group, Carga horária: 0
Outras informações
Grupo de trabalho em global critical care, cujos objectivos sao disseminar conhecimento em glocal critical care e atividades relacionadas entre os membro da American Thoracic Society.

2015 – Atual
Vínculo: membro de comissão, Enquadramento Funcional: membro de comitê
Outras informações
Membro do comitê de planejamento da Critcial care Assembly ( subcomitê de medicina crítica) da Amercian Thoraci Society.

2013 – 2015
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: membro de comitê, Carga horária: 1
Outras informações
membro do comitê de programa da Critical care assembly ( sub comissão de terapia medicina crítica) da Amercian Thoracic Society


  • Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, SBPT, Brasil.

2016 – Atual
Vínculo: coordenadora de comissão, Enquadramento Funcional: Coordenadora da comissão de epidemiologia, Carga horária: 1

2014 – 2016
Vínculo: colaboradora, Enquadramento Funcional: Membro do comitê de Terapia Intensiva, Carga horária: 1
Outras informações
membro do comitê de terapia intensiva.


  • Sociedade Paulista de Terapia Intensiva, SOPATI, Brasil.

2014 – 2015
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: diretora- vice presidente, Carga horária: 2

2011 – 2013
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: diretora – vice tesoureira, Carga horária: 2


  • Harvard Medical School, HMS, Estados Unidos.

2013 – 2014
Vínculo: Teaching Assistant, Enquadramento Funcional: Teaching assistant ( professor assistente), Carga horária: 5
Outras informações
Teaching Assistant do Curso do Departamento de Educacao Continuada da Harvard Medcial School – Principles and Practice of Clinical Research – curso online Durante o ano de 2013: Teaching Assistant 1 Durante o anod e 2014: Teaching Assistant 2

2005 – 2007
Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Research fellow, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.


  • Massachusetts General Hospital – Harvard Medical School, MGH, Estados Unidos.

2006 – 2007
Vínculo: Research fellow, Enquadramento Funcional: Research Fellow, Carga horária: 60, Regime: Dedicação exclusiva.


  • Fundação Antônio Prudente, FAP, Brasil.

2004 – 2008
Vínculo: Professora, Enquadramento Funcional: Professora de Pós-Graduação Sensu Lato, Carga horária: 4
Outras informações
Curso de Pós-Graduação Sensu Lato: Insuficiência Respiratória e Cardiovascular em UTI


  • Hospital Igesp, IGESP, Brasil.

2003 – 2005
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: médica pneumologista do corpo clínico, Carga horária: 15

Atividades

2/2003 – Atual
Serviços técnicos especializados , Igesp, Pneumologia.

Serviço realizado
médica do corpo clínico do hospital.

  • 2016 – MECOR Research Award, ATS Foundation.

  • 2014 – Melhor trabalho por eixo temático, Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.

  • 2012 – Clinical Research Scholar Award, Harvard Medical School – Principles and Practice of Clinical Research.

  • 2011 – Prêmio Oswaldo Cruz, área clínica, XXX COMU, 2011, Fundação Faculdade de Medicina.

  • 2011 – Prêmio Fundação Faculdade de Medicina, área clínica, XXX COMU, 2011, Fundação Faculdade de Medicina.

  • 2009 – ATS MECOR Travel Award, ATS – American Thoracic Society – MECOR.

  • 2003 – Título de Especialista em Terapia Intensiva, AMIB.

  • 2002 – Título de Especialista em Pneumologia e Tisiologia, SBPT.

  • 1998 – Título de Especialista em Clínica Médica, AMB.
  • 2019 – Atual – O USO DA SIMULAÇÃO NO ENSINO DE VENTILAÇÃO MECÂNICA PARA MÉDICOS RESIDENTES COMPARADO À ESTRATÉGIA DIDÁTICA TRADICIONAL: UM ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO POR CLUSTERS

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (1) .

Integrantes: Juliana Carvalho Ferreira – Coordenador / fatima K hayashi – Integrante / Bruno R macedo – Integrante.
Número de orientações: 1


  • 2019 – Atual – ADERÊNCIA Á ESTRATÉGIA VENTILATÓRIA PROTETORA EM PACIENTES COM SÍNDROME DO DESCONFORTO RESPIRATÓRIO AGUDO EM UTIS DA AMÉRICA LATINA: UM ESTUDO DE COORTE

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Juliana Carvalho Ferreira – Coordenador / DINIZ SILVA, FABIA – Integrante.


  • 2016 – 2020 – ASSOCIAÇÃO ENTRE MECÂNICA RESPIRATÓRIA E O ÍNDICE DE ASSINCRONIA PACIENTE-VENTILADOR EM PACIENTES EM VENILAÇÃO MECÂNICA INVASIVA

Descrição: estudo de coorte, observacional, que irá avaliar a incidência de assincronia paciente-ventilador e sua associação com alterações da mecânica respiratória em pacientes sob ventilação mecânica.

Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Doutorado: (1) .

Integrantes: Juliana Carvalho Ferreira – Coordenador / Robert M Kacmarek – Integrante / mayson laercio de araujo Souza – Integrante.
Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – Auxílio financeiro.
Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 1


  • 2016 – Atual – Desenvolvimento e Validação de um instrumento de avaliação de competências em ventilação mecânica

Descrição: ventilação mecânica (VM) é muito utilizada no suporte respiratório em pacientes críticos nas unidades de terapia intensiva, portanto requer extenso conhecimento e capacitação da equipe clínica responsável. Para avaliação de conhecimento médico, recentemente tem havido um crescimento do uso de provas práticas, em especial no modelo OSCE (Objective Structured Clinical Exam), que utiliza simulações de situações clínicas práticas e avalia a resposta de maneira objetiva e estruturada. Entretanto, não há um modelo de avaliação objetiva estruturada para avaliar conhecimento e competência em VM. O nosso objetivo neste projeto é criar e validar uma avaliação objetiva estruturada para residentes de clínica médica e pneumologia para avaliar o conhecimento em VM desses profissionais. Inicialmente, serão criados vários cenários clínicos dinâmicos habitualmente encontrados em pacientes sob VM. Todos esses cenários serão reproduzidos em um simulador pulmonar computadorizado acoplado a um ventilador mecânico. O simulador permite simular diversas características do sistema respiratório, incluindo a frequência respiratória, complacência e resistência do sistema respiratório e o perfil de esforço muscular, por meio de software específico. Os cenários envolverão uma situação clínica em VM que incluirá a necessidade de fazer diagnóstico da provável causa da Insuficiência respiratória, habilidades em monitorização respiratória e ajuste do ventilador mecânico. Um examinador treinado apresentará os cenários clínicos para profissionais experts, seguindo instruções pré-estabelecidas em uma ficha de orientação padronizada alem disso, registrará as respostas utilizando um formulário de respostas padronizado.A avaliação de experts será repetida várias vezes para refinamento dos cenários. Em seguida, a avaliação será aplicada aos residentes da Clínica Médica e Pneumologia que estagiarem na Unidade de Terapia Intensiva Respiratória do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de são Paulo (FMUSP) durante o período do estudo. A avaliação será realizada no laboratório de VM do LIM 9 e deverá durar aproximadamente 45 minutos. O desempenho dos examinados será registrado de maneira objetiva, por meio de uma ficha contendo uma lista de condutas esperadas para cada cenário, assim como 4 condutas erradas mas frequentemente aplicadas em situações clínicas semelhantes, de acordo com modelos de avaliações clínicas estruturadas objetivas previamente utilizadas e publicadas. Cada item será avaliado como certo ou errado. O resultado em pontos representará o nível de conhecimento em ventilação mecânica do residente. A validação do poder discriminatório da avaliação será feita através da comparação do desempenho médio de profissionais de diferentes níveis de treinamento em VM..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (1) .

Integrantes: Juliana Carvalho Ferreira – Coordenador / fatima K hayashi – Integrante.
Número de orientações: 1


  • 2011 – 2020 – ESTUDO DO COMPORTAMENTO DO MODO NAVA COMO VENTILAÇÃO PROTETORA EM PACIENTES COM SÍNDROME DO DESCONFORTO RESPIRATÓRIO AGUDO

Descrição: O NAVA (Neurally-Adjusted Ventilatory Assist) é um modo ventilatório assistido que capta a atividade elétrica do diafragma e a utiliza para iniciar e terminar a fase inspiratória, oferecendo assistência inspiratória proporcional ao esforço do paciente, ciclo a ciclo. Estudos em animais e em humanos mostraram que o NAVA reduz o trabalho respiratório e melhora a interação paciente-ventilador em comparação com modos tradicionais. Por ser um modo assistido, sua utilização requer menor sedação. O uso do NAVA poderia contribuir para a redução de complicações da ventilação mecânica prolongada em pacientes com Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA) que são submetidos a ventilação mecânica protetora com baixos volumes correntes e limite de pressão de platô. Entretanto, não há estudos com NAVA na fase aguda da SDRA, na qual são geralmente usados modos assistido-controlados que permitem ajuste do volume corrente e/ou platô de pressão de vias aéreas. No NAVA, nem o volume corrente nem o pico de pressão são pré-determinados, e podem variar em proporção ao esforço inspiratório do paciente. Não sabemos se é possível ajustar o NAVA para manter o volume corrente abaixo de 6 ml/kg de peso ideal e em níveis comparáveis aos obtidos em modos assistido-controlados em pacientes com SDRA. Com este projeto, pretendemos avaliar o comportamento do modo NAVA na fase aguda da ventilação mecânica em pacientes com SDRA, para avaliar se esse modo pode ser utilizado para aplicar uma estratégia de ventilação protetora assistida..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) .

Integrantes: Juliana Carvalho Ferreira – Coordenador / Carlos R R Carvalho – Integrante / M B P Amato – Integrante / Adriano Mesquita Alencar – Integrante / Henrique Takashi Moryia – Integrante / Silva, Fabia Diniz – Integrante.
Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – Auxílio financeiro.Número de orientações: 3


  • 2011 – 2011 – Estudo Epidemiológico de Pacientes com Insuficiência Respiratória Aguda em Unidades de Terapia Intensiva Brasileiras (Epidemiology of Respiratory Insufficiency in Critical Care ? ERICC Study)

Descrição: A insuficiência respiratória aguda é a disfunção orgânica vista mais frequentemente em pacientes críticos. Dos pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTI), cerca de 40-65% necessitam de ventilação mecânica invasiva ao longo de toda a sua permanência na UTI. A mortalidade destes indivíduos é de cerca de 40% e, dos pacientes com as formas mais graves de disfunção (lesão pulmonar aguda e síndrome do desconforto respiratório agudo), uma porcentagem significativa permanece com sequelas importantes, mesmo decorridos meses após sua alta hospitalar. A despeito de toda essa importância médica e sócio-econômica, os estudos epidemiológicos avaliando a insuficiência respiratória aguda e sua evolução são escassos. Além disso, a maioria dos estudos disponíveis é relativamente antiga, antes do advento da ventilação mecânica não-invasiva e das modernas estratégias de ventilação mecânica como a estratégia ventilatória protetora, que modificaram significativamente a evolução e a sobrevida destes pacientes. No Brasil, apenas um estudo epidemiológico sob o tema ventilação mecânica foi realizado. O mesmo tratou-se de um estudo de coorte de um dia que abrangeu pacientes em ventilação mecânica invasiva e não invasiva e não avaliou a evolução em longo prazo destes indivíduos. O estudo das características epidemiológicas da insuficiência respiratória aguda é mandatório no processo de desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas com o objetivo de melhorar os desfechos clínicos. Assim, o presente projeto de pesquisa visa avaliar os aspectos epidemiológicos de pacientes internados por.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Juliana Carvalho Ferreira – Integrante / Guilherme P P Schettino – Integrante / M Park – Integrante / Luciano Cesar P. Azevedo – Coordenador.


  • 2010 – 2019 – AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE DIFERENTES INTERFACES PARA VENTILAÇÃO NÃO-INVASIVA EM MODELO MECÂNICO

Descrição: OBJETIVOS: 1. Comparar o desempenho de três máscaras diferentes para quanto à capacidade de eliminar o CO2 e minimizar a reinalação de CO2 durante a VNI em um modelo mecânico simulando um paciente com DPOC e insuficiência respiratória hipercápnica. 2. Avaliar o desempenho de três máscaras durante a VNI quanto a sincronia com os esforços inspiratórios do paciente modelo mecânico simulando um paciente com DPOC..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .

Integrantes: Juliana Carvalho Ferreira – Coordenador / Carlos R R Carvalho – Integrante / Pedro Caruso – Integrante / Francinni Mambrini Pires Rego – Integrante.
Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – Bolsa / IngMar Medical – Cooperação.
Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 1


  • 2010 – 2014 – ESTUDO DO DESEMPENHO DO MODO NAVA DURANTE A REALIZAÇÃO DE TESTE DE RESPIRAÇÃO ESPONTÂNEA EM COMPARAÇÃO COM O MODO PRESSÃO DE SUPORTE

Descrição: O modo NAVA (Neurally-Adjusted Ventilatory Assist) é um modo ventilatório assistido relativamente novo, que capta a atividade elétrica do diafragma e a utiliza para ajustar o suporte ventilatório ao paciente, ciclo a ciclo. No NAVA, o suporte inspiratório é iniciado quando o estímulo elétrico para contração do diafragma é detectado, e encerrado quando a atividade elétrica diminui. Além disso, a intensidade do suporte inspiratório é proporcional ao esforço do paciente, utilizando uma constante de proporcionalidade, o nível de NAVA, que multiplica o valor da atividade elétrica diafragmática (EAdi) durante o ciclo inspiratório. Como o modo NAVA utiliza a atividade elétrica diafragmática do paciente para regular o disparo, a ciclagem e o nível de suporte inspiratório a cada ciclo, é um modo ventilatório espontâneo e que dá liberdade para o paciente comandar o ventilador. Estudo em animais e em humanos mostraram o NAVA reduz o trabalho respiratório e melhora a interação paciente-ventilador em comparação com modos tradicionais, como a Pressão de Suporte. Tais características são atraentes quando buscamos estratégias para reduzir a duraçnao da ventilação mecânical. Entretanto, a maioria dos estudos com NAVA foram realizados em pacientes que já haviam se recuperado da fase mais crítica de insuficiência respiratória e estavam iniciando a fase de desmame. Não sabemos como é o desempenho do modo NAVA durante o teste de respiração espontânea que identifica se o paciente está apto a ser extubado. Entender o comportamento desse novo modo ventilatório é importante pois durante um teste de respiraçnao espontânea, o padrão respiratório do paciente é imprevisível, e sendo o NAVA um modo ventilatório altamente dependente dos esforços respiratórios do paciente, seu desempenho nessa fase deve ser avaliado para a garantir sua aplicabilidade clínica..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Juliana Carvalho Ferreira – Coordenador / Carlos R R Carvalho – Integrante / M B P Amato – Integrante / Adriano Mesquita Alencar – Integrante / Henrique Takashi Moryia – Integrante.
Financiador(es): Maquet – Cooperação.


  • 2004 – 2008 – Avaliação da mecânica do sistema respiratório através da obtenção de curva PV em pacientes com pneumonia intersticial idiopática

Descrição: Projeto de avaliação funcional de pacientes com doenças intersticiais, através da obtenção de curvas pressão-volume sob anestesia geral dos pacientes encaminhados para biópsia pulmonar a céu aberto com finalidade diagnóstica. Os pacientes.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Juliana Carvalho Ferreira – Integrante / Carlos R R Carvalho – Coordenador / Fabio Ely Bensenor – Integrante.
Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Bolsa.
Número de produções C, T & A: 5


  • 2003 – 2005 – Comparação do Modo VAPS com os Modos Volume Controlado e Pressão Controlada em Pacientes com Insuficiência Respiratória Aguda

Descrição: Estudo clínico em pacientes com Insuficiência Respiratória Aguda para avaliação do modo VAPS (volume-assured pressure suport), que combina a liberdade do modo pressão de suporte com a garantia de um volume corrente mínimo para o paciente. O objetivo principal é avaliar se o modo VAPS é bem tolerado pelos pacientes e se resulta em padrão respiratório (principalmente frequência respiratória e volume corrente) semelhante a modos convencionais de ventilação mecânica assistido-controlada..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Juliana Carvalho Ferreira – Coordenador / Carlos R R Carvalho – Integrante / J Bonassa – Integrante / L Iwata – Integrante / Jorge Luis dos Santos Valiatti – Integrante.
Financiador(es): Intermed Equipamento Médico Hospitalar – Cooperação.
Número de produções C, T & A: 1


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